Há sempre alguém que nos faz pensar. Lembro-me sempre desta frase sempre que começo um texto. Enfim, algum significado há de ter.
Hoje passei o dia com uma velha amiga, falamos bastante. Temos algo em comum, ambas tivemos dissabores muito jovens e fugimos de casa. Isso e outra coisa, ambas temos uma ligação com o outro lado.
Eu, felizmente, a experiência que tenho é sensorial, nada físico. Só em sonhos é que tenho contacto e os enfrento, sejam quem forem ou o que forem.
Conversa, parva, não é? Isto tudo por causa de uma conversa que começou com um filme, o "Actividade Paranormal", que já me tinham falado e acabei por ver em casa dela. O filme em si, não é nada de especial, é estranho sim mas não exageremos. Quando era mais novita, ficaria com medo e chocada mas agora, como já estou um pouco mais madura em relação a esses assuntos, passa-me um pouco ao lado, embora tenha sempre um certo receio, não é nada do que tinha há uns anos atrás.
Acabamos a falar de experiências delas e minhas, de pessoas que conheço ou amigos comuns com problemas nesse aspecto. Falou-me de uma prima da mãe, a quem roubaram tudo, o marido e o filho, uma mulher que agora mal come, o que come vomita, que não se sente bem, sempre cansada, que só quer estar deitada e que uma senhora que trabalha nesta área, tem medo de tentar ajudar e que ela se vá mais abaixo.
Tudo isto me pareceu estranho até a minha amiga dizer que se sentia embuchada e arrotava imenso na presença dela, que tinha dores de cabeça e não se sentia bem. Aí a minha campainha tocou, todas as pessoas que conheço quando sentem alguém que foi enbruxado ou que tem alguma coisa "em cima", têm essa cadeia de reacções.
Em especial, o arrotar, o sentir-se enbuxado.
Eu sinto o mesmo quando toco em coisas que já muita gente tocou, ou pedras, livros e até mesmo pessoas. Contou-me que lhe disse para lavar o chão com sal e agua e desfazer blocos de camfora nos cantos da casa, nisso concordei com ela, era o melhor que a mulher faria, ou isso, ou quando ela estivesse ao pé da minha amiga, que esta lhe desse a cheirar camfora, se for "bicho", ela vai ficar agitada mas ao menos vai ficar limpa.
É o mal de não lidar com as pessoas mas isso também me resguarda um bocado de os chamar para mim, que seria muito mau porque não sei lidar bem com isso. Ainda agora mesmo depois do banho que tomei, estou a arrotar que nem uma louca, sinto-me mesmo mal disposta. Não tem a ver com ela, tem a ver com as energias que acumulei em mim, estupidamente e quando penso no assunto, elas tornam-se mais notórias.
Cura ideia para energias a mais? Banho de chá.
Um punhado de erva doce, alfazema, 7 cravos da india, agua que baste para um banho de corpo inteiro, sal grosso (e no meu caso, pedras: citrino, quartzo fumado, ametista, Pedra da lua, olho de gato e enxofre).
Tudo cozido, numa panela e bem mexido com uma colher de pau, no sentido dos ponteiros do relógio.
Feito e sinto-me mais leve, embora o arrotar, não tenha passado, já ajudou no resto.
Hoje passei o dia com uma velha amiga, falamos bastante. Temos algo em comum, ambas tivemos dissabores muito jovens e fugimos de casa. Isso e outra coisa, ambas temos uma ligação com o outro lado.
Eu, felizmente, a experiência que tenho é sensorial, nada físico. Só em sonhos é que tenho contacto e os enfrento, sejam quem forem ou o que forem.
Conversa, parva, não é? Isto tudo por causa de uma conversa que começou com um filme, o "Actividade Paranormal", que já me tinham falado e acabei por ver em casa dela. O filme em si, não é nada de especial, é estranho sim mas não exageremos. Quando era mais novita, ficaria com medo e chocada mas agora, como já estou um pouco mais madura em relação a esses assuntos, passa-me um pouco ao lado, embora tenha sempre um certo receio, não é nada do que tinha há uns anos atrás.
Acabamos a falar de experiências delas e minhas, de pessoas que conheço ou amigos comuns com problemas nesse aspecto. Falou-me de uma prima da mãe, a quem roubaram tudo, o marido e o filho, uma mulher que agora mal come, o que come vomita, que não se sente bem, sempre cansada, que só quer estar deitada e que uma senhora que trabalha nesta área, tem medo de tentar ajudar e que ela se vá mais abaixo.
Tudo isto me pareceu estranho até a minha amiga dizer que se sentia embuchada e arrotava imenso na presença dela, que tinha dores de cabeça e não se sentia bem. Aí a minha campainha tocou, todas as pessoas que conheço quando sentem alguém que foi enbruxado ou que tem alguma coisa "em cima", têm essa cadeia de reacções.
Em especial, o arrotar, o sentir-se enbuxado.
Eu sinto o mesmo quando toco em coisas que já muita gente tocou, ou pedras, livros e até mesmo pessoas. Contou-me que lhe disse para lavar o chão com sal e agua e desfazer blocos de camfora nos cantos da casa, nisso concordei com ela, era o melhor que a mulher faria, ou isso, ou quando ela estivesse ao pé da minha amiga, que esta lhe desse a cheirar camfora, se for "bicho", ela vai ficar agitada mas ao menos vai ficar limpa.
É o mal de não lidar com as pessoas mas isso também me resguarda um bocado de os chamar para mim, que seria muito mau porque não sei lidar bem com isso. Ainda agora mesmo depois do banho que tomei, estou a arrotar que nem uma louca, sinto-me mesmo mal disposta. Não tem a ver com ela, tem a ver com as energias que acumulei em mim, estupidamente e quando penso no assunto, elas tornam-se mais notórias.
Cura ideia para energias a mais? Banho de chá.
Um punhado de erva doce, alfazema, 7 cravos da india, agua que baste para um banho de corpo inteiro, sal grosso (e no meu caso, pedras: citrino, quartzo fumado, ametista, Pedra da lua, olho de gato e enxofre).
Tudo cozido, numa panela e bem mexido com uma colher de pau, no sentido dos ponteiros do relógio.
Feito e sinto-me mais leve, embora o arrotar, não tenha passado, já ajudou no resto.
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